quarta-feira, 28 de outubro de 2015

De novo a Ideologia de Gênero

Um comentário sobre a polêmica questão que apareceu no ENEM
O Ministério da Cultura não desiste mesmo de querer impor à sociedade brasileira, sobretudo aos jovens, a Ideologia de Gênero, que quer colocar em nossa cabeça a “fórceps” que não existe sexo, num desrespeito ao que já foi aprovado pelas autoridades do governo.
O Plano Nacional de Educação foi aprovado pelo Congresso Nacional, excluindo dele a Ideologia de Gênero; e a Lei foi sancionada pela Presidente da República. Ora, o assunto, ao menos em nível governamental, deveria cessar. Há uma definição clara e legal sobre a matéria.
Mas os ideólogos que defendem essa cultura, vencidos no campo legal, insistem em usar os meios controlados pelo governo para insistir nesta tecla.familiasantuariodavida
Em um vídeo muito divulgado na internet, o Procurador Regional da República em Brasília, Dr. Guilherme Scheib, afirma que:
“O governo federal e alguns governos locais cometem graves ilegalidades contra a família e a infância, ao propor e implantar em escolas públicas e particulares a ideologia de gênero.
Diversas denúncias revelam a prática de ministrar aulas para crianças sobre sexo anal, bissexualidade, sexo com animais, prostituição e até masturbação. Além de apresentar temas sexuais complexos ao entendimento de crianças e adolescentes, procura-se relativizar abusivamente na mente das crianças os conceitos morais de masculinidade e feminilidade”. E o Procurador apresenta até um “Modelo de notificação extrajudicial” que se for necessário pode a ser entregue ao diretor da escola de seu filho (www.bit.ly/protegerfamilias).
Agora, a questão volta no ENEM (24-25 de outubro de 2015). Uma questão da prova de Ciências Humanas do Enem 2015 chamou a atenção porque colocou em uma das questões a ousada afirmação da feminista Simone de Beauvoir (†1986), uma das ativistas da Ideologia de Gênero:
“Ninguém nasce mulher, torna-se mulher. Nenhum destino biológico, econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade; é o conjunto da civilização que elabora esse produto intermediário entre o macho e o castrado que qualificam o feminino”. “(Simone Beauvoir, O segundo sexo, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1980).
Ela deixa claro que “o objetivo final do movimento feminista é eliminar a diferenciação entre os sexos. A meta é a ectogênese, ou seja, a possibilidade de ter filhos fora de um corpo feminino”. Por isso, já se trabalha na construção de um útero artificial.
Leia também: A IDEOLOGIA DE GÊNERO
O MEC não poderia insistir neste tema, com o propósito claro que fomentá-lo nas cabeças dos jovens, uma vez que a Lei o excluiu da Educação Nacional. Nitidamente se nota uma ação totalitária, pois é inserida contra a decisão das Instituições democráticas em vigor no país. Isto acontece porque a ideologia de gênero é algo tão absurdo, que só mesmo por caminhos desonestos e ditatoriais, pode ser imposto à sociedade.
É uma ideologia subversiva que derruba o Direito natural, desconstrói a pessoa, desnorteia a criança, destrói a família, o matrimônio e a maternidade; e, deste modo, fomentam um “estilo de vida” que incentiva todas as formas de experimentação sexual desde a mais tenra idade; inclusive a pedofilia e o incesto, defendidos sorrateiramente pela Simone Beauvoir e outras feministas.
É um projeto global que tem por objetivo garantir que as crianças percam todos os pontos de referência. Tira delas o último reduto que permite a identificação com algo sólido e enraizado: a identidade sexual.
A diferença sexual é a origem da humanidade. A reprodução humana ocorre devido a esta diferenciação. O Estado não pode querer substituir os pais na educação das crianças, de modo que não tenham nenhum controle sobre os filhos. É uma estratégia totalitária, que está operando tendenciosamente para impor a sua ideologia, aproveitando de nossos filhos. É uma Ideologização da educação com fins perversos. A genética prova, por nossos cromossomos, que só existem dois sexos: XX (mulher) ou XY (homem).
É preciso ler com atenção o que dizem algumas líderes feministas que defendem a ideologia de gênero:
Shulamith Firestone, feminista, em seu livro “A Dialética do Sexo”, diz: “Devemos incluir a opressão das crianças em qualquer programa feminista revolucionário…. Nossa etapa final deve ser a eliminação das próprias condições da feminilidade e da infância.”
Christine Riddiough – Presidente da Comissão Feminista de Socialistas Democratas da América [DSA Feminist Commission], grupo ativo na ONU: “A cultura gay/lésbica pode também ser vista como uma força subversiva, capaz desafiar a natureza hegemônica da ideia de família. Isso deve, contudo, ser feito de modo que as pessoas não percebam o que estamos fazendo por oposição à família em si mesma. Para que a natureza subversiva da cultura gay seja usada com eficiência, temos que apresentar modos alternativos de compreender as relações humanas”.naovosconformeis
O Papa Francisco, recentemente, afirmou que a ideologia de gênero é um erro da mente humana que provoca muita confusão e ataca a família. O papa lamentou a prática ocidental de impor uma agenda de gênero a outras nações por meio de ajuda externa. Chamou isso de “colonização ideológica”, comparando-o à máquina de propaganda nazista. Segundo ele, existem “Herodes” modernos que “destroem e tramam projetos de morte, que desfiguram a face do homem e da mulher, destruindo a criação.”
A CNBB alertou os católicos para o seguinte: “Com a ideologia de gênero, deixou de ser válido aquilo que se lê na narração da criação: «Ele os criou homem e mulher» (Gn 1, 27). A introdução dessa ideologia na prática pedagógica das escolas trará consequências desastrosas para a vida das crianças e das famílias. O mais grave é que se quer introduzir esta proposta de forma silenciosa nos Planos Municipais de Educação, sem que os maiores interessados, que são os pais e educadores, tenham sido chamados para discuti-la”.
Não sejamos omissos diante dessa desconstrução da verdadeira missão da mulher e da família.
Prof. Felipe Aquino

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Boletim agosto 2015

OBJETIVOS PASTORAIS DO ECC

O Encontro de Casais com Cristo – ECC - é um SERVIÇO da Igreja para evangelizar a família, primeiro núcleo de inculturação e da evangelização, “Igreja Doméstica” e “santuário da vida”, e para despertar os casais para as pastorais paroquiais, devidamente integrados na Pastoral de Conjunto da (Arqui)Diocese.




sábado, 6 de junho de 2015

COMUNICADO IMPORTANTE



A partir de agora, a atual Rua Onça, compreendida entre as quadras C8, C9 e C12, C13, em Ouro Preto- Olinda será denominada RUA MARIA DAS GRAÇAS SANTANA DE ALBUQUERQUE (o CEP permanecerá o mesmo: 53370-150), atendendo solicitação legítima dos moradores desse logradouro, através de abaixo assinado e conforme Lei Municipal nº 5925/2014 de 30 de dezembro de 2014, com a colaboração do vereador Marcelo Santa Cruz que apresentou projeto de lei da sua autoria, atendendo, dessa forma, a justa reivindicação e homenagem dos moradores da localidade. Motivo pelo qual a família Santana de Albuquerque está sinceramente agradecida.

MARIA DAS GRAÇAS SANTANA DE ALBUQUERQUE

Nascida em 11 de setembro de 1951
Falecida em 28 de setembro de 2013
Filha de José Joaquim de Santana                                                      
e de Maria da Saúde de Santana
Esposa de Murilo Cavalcanti de Albuquerque
Mãe de Murilo Cavalcanti de Albuquerque Junior, Marcia Fernanda Santana de Albuquerque
e Mércia Micheline Santana de Albuquerque.
-Formada em Licenciatura em História pela FUNESO (Olinda-PE)
-Formação religiosa: Católica
-Residiu na Rua Onça nº 29 – Quadra C 12 – Ouro Preto - Olinda PE durante 41 anos; desde 1º de abril de 1972 até a data do seu falecimento (28 de setembro de 2013).
-Sempre aspirou desenvolver serviços de assistência social e evangelização dedicados às famílias carentes;
-No ano de 1990 ela criou o GAEC – GRUPO DE ASSISTÊNCIA E EVANGELIZAÇÃO CRISTÃ, que, até esta data, funciona nas dependências da Capela Jesus Mestre da Paróquia São Lucas, em Ouro Preto;
-A partir daquele ano (1990) organizou e coordenou o GAEC, desenvolvendo um belíssimo trabalho beneficente, assistencial e evangelizador, dedicado a uma população superior a 150 (cento e cinquenta) famílias carentes da comunidade; oferecendo, entre outros benefícios: Fornecimento de um “sopão” semanal, distribuição de cestas básicas, ajuda para compra de medicamentos, atividades de bazar solidário, palestras e orientações sobre comportamento e cuidados pessoais, visitas domiciliares, comemorações especiais (dia das mães, dia dos pais, dia das crianças, Natal, Páscoa, etc.); além de orientação religiosa através do anúncio e da reflexão do Evangelho.
-Maria das Graças Santana de Albuquerque sempre foi admirada, querida e respeitada por todas as pessoas que a conheceram; principalmente por seus exemplos de simplicidade, humildade e amor ao próximo, bem como pela sua incansável dedicação às causas de interesse comunitário e, ainda, pelo seu inigualável carisma, responsável direto pelo incomparável apreço advindo de todos que lhe procuravam, contínua e costumeiramente, em busca de conselhos, orientações ou palavras de consolo espiritual, independente de crença religiosa, condição social ou nível cultural.

Para tudo isso sempre contou com o apoio da Igreja e dos moradores do bairro de Ouro Preto, testemunhas de sua abnegada missão cristã. 

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Frases de Padre Alfonso Pastore sobre o ECC:



• “O ECC em sua primeira etapa tem a missão de procurar os casais abandonados, amá-los, posicioná-los, dar-lhes uma visão de sua razão de ser como célula vital da humanidade, abrir-lhes um caminho de comunhão fraterna na comunidade paroquial e possibilitar-lhes a corresponsabilidade no serviço e nas estruturas de trabalho.”

• “O Espírito do ECC é a simplicidade, a doação, a oração, a pobreza, a humildade. Este é o caminho de Cristo, de São Francisco. Este é o caminho que liberta o coração e possibilita a fraternidade, que é o sinal do Reino do Pai.”

• “O ECC é paroquial. Esta é a sua característica vital. Quem tira esta característica, arranca-lhe a alma.”

• “A missão do ECC é atingir todos os casais residentes dentro dos limites paroquiais. Intelectuais, analfabetos, carentes, proprietários, pobres e ricos. Todos juntos, participando do mesmo Encontro. Esta é a missão do ECC; esta é a sua característica; este é o sinal de que é Igreja.”
• “O grande apelo, a grande dimensão do ECC é criar a convivência fraterna nas paróquias. Esta deve ser a tônica da luta em todos os anos.”

• “A Espiritualidade é a tônica do Encontro de Casais com Cristo. O ECC busca dar sua contribuição para que as famílias vivam melhor seu casamento, auxiliando-as no relacionamento marido e mulher e no relacionamento com seus filhos.”

• “O casal participa do ECC não apenas para servir nos outros encontros, mas para viver uma vida familiar cristã, assumir tarefas na Comunidade, integrando-se totalmente na Pastoral Paroquial, principalmente na Pastoral Familiar da Paróquia, e ser um instrumento de Deus na Sociedade.”

• “O ECC é um serviço à família, feito por casais para casais.”

• “Lembremos que o ECC é um serviço à pastoral paroquial e como tal deve estar inserido na vida da paróquia e assumir a problemática da paróquia.”

O ECC é realizado em nível paroquial e tem orientação Nacional, Regional e Arquidiocesana.”

• “O ECC, com sua participação, está contribuindo para que as famílias se transformem em ‘Igrejas Domésticas’, em formadoras de pessoas, educadoras na fé e promotoras do desenvolvimento, tendo um lugar insubstituível no anúncio e vivência do Evangelho, construindo o Reino de Deus, aqui e agora.”

Fonte: http://www.ecc.conselhonacional.com.br