O Encontro de Casais com Cristo – ECC – um serviço escola da Igreja Católica para ajudar na evangelização das famílias e despertar os casais para integrar as diversas pastorais paroquiais. Desta forma estará contribuindo para que as famílias se constituam em “Igrejas domésticas”, em “Formadoras de Pessoas” e “Educadoras na Fé”, pois o futuro da Humanidade passa pela Família. “CREMOS NA VIDA, CREMOS NA FAMÍLIA”. (Documento Nacional do ECC)
terça-feira, 30 de junho de 2015
quinta-feira, 11 de junho de 2015
sábado, 6 de junho de 2015
COMUNICADO IMPORTANTE
A partir de agora, a atual
Rua Onça, compreendida entre as quadras C8, C9 e C12, C13, em Ouro Preto-
Olinda será denominada RUA MARIA DAS GRAÇAS SANTANA DE ALBUQUERQUE (o CEP
permanecerá o mesmo: 53370-150), atendendo solicitação legítima dos moradores
desse logradouro, através de abaixo assinado e conforme Lei Municipal nº
5925/2014 de 30 de dezembro de 2014, com a colaboração do vereador Marcelo
Santa Cruz que apresentou projeto de lei da sua autoria, atendendo, dessa
forma, a justa reivindicação e homenagem dos moradores da localidade. Motivo
pelo qual a família Santana de Albuquerque está sinceramente agradecida.
MARIA DAS GRAÇAS
SANTANA DE ALBUQUERQUE
Nascida em 11 de setembro de 1951
Falecida em 28 de setembro de 2013
Filha de José Joaquim de Santana
e de Maria da Saúde de Santana
Esposa de Murilo Cavalcanti de Albuquerque
Mãe de Murilo Cavalcanti de Albuquerque Junior, Marcia
Fernanda Santana de Albuquerque
e Mércia Micheline Santana de Albuquerque.
-Formada em Licenciatura em
História pela FUNESO (Olinda-PE)
-Formação religiosa: Católica
-Residiu na Rua Onça nº 29 – Quadra C 12 – Ouro Preto -
Olinda PE durante 41 anos; desde 1º de abril de 1972 até a data do seu
falecimento (28 de setembro de 2013).
-Sempre aspirou desenvolver serviços de assistência
social e evangelização dedicados às famílias carentes;
-No ano de 1990 ela criou o GAEC – GRUPO DE ASSISTÊNCIA E
EVANGELIZAÇÃO CRISTÃ, que, até esta data, funciona nas dependências da Capela
Jesus Mestre da Paróquia São Lucas, em Ouro Preto;
-A partir daquele ano (1990) organizou e coordenou o
GAEC, desenvolvendo um belíssimo trabalho beneficente, assistencial e
evangelizador, dedicado a uma população superior a 150 (cento e cinquenta)
famílias carentes da comunidade; oferecendo, entre outros benefícios:
Fornecimento de um “sopão” semanal, distribuição de cestas básicas, ajuda para
compra de medicamentos, atividades de bazar solidário, palestras e orientações
sobre comportamento e cuidados pessoais, visitas domiciliares, comemorações
especiais (dia das mães, dia dos pais, dia das crianças, Natal, Páscoa, etc.);
além de orientação religiosa através do anúncio e da reflexão do Evangelho.
-Maria das Graças Santana
de Albuquerque sempre foi admirada, querida e respeitada por todas as
pessoas que a conheceram; principalmente por seus exemplos de simplicidade,
humildade e amor ao próximo, bem como pela sua incansável dedicação às causas
de interesse comunitário e, ainda, pelo seu inigualável carisma, responsável
direto pelo incomparável apreço advindo de todos que lhe procuravam, contínua e
costumeiramente, em busca de conselhos, orientações ou palavras de consolo
espiritual, independente de crença religiosa, condição social ou nível
cultural.
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Frases de Padre Alfonso Pastore sobre o ECC:
• “O ECC em sua primeira etapa tem a missão de procurar os casais abandonados, amá-los, posicioná-los, dar-lhes uma visão de sua razão de ser como célula vital da humanidade, abrir-lhes um caminho de comunhão fraterna na comunidade paroquial e possibilitar-lhes a corresponsabilidade no serviço e nas estruturas de trabalho.”
• “O Espírito do ECC é a simplicidade, a doação, a oração, a pobreza, a humildade. Este é o caminho de Cristo, de São Francisco. Este é o caminho que liberta o coração e possibilita a fraternidade, que é o sinal do Reino do Pai.”
• “O ECC é paroquial. Esta é a sua característica vital. Quem tira esta característica, arranca-lhe a alma.”
• “A missão do ECC é atingir todos os casais residentes dentro dos limites paroquiais. Intelectuais, analfabetos, carentes, proprietários, pobres e ricos. Todos juntos, participando do mesmo Encontro. Esta é a missão do ECC; esta é a sua característica; este é o sinal de que é Igreja.”
• “O grande apelo, a grande dimensão do ECC é criar a convivência fraterna nas paróquias. Esta deve ser a tônica da luta em todos os anos.”
• “A Espiritualidade é a tônica do Encontro de Casais com Cristo. O ECC busca dar sua contribuição para que as famílias vivam melhor seu casamento, auxiliando-as no relacionamento marido e mulher e no relacionamento com seus filhos.”
• “O casal participa do ECC não apenas para servir nos outros encontros, mas para viver uma vida familiar cristã, assumir tarefas na Comunidade, integrando-se totalmente na Pastoral Paroquial, principalmente na Pastoral Familiar da Paróquia, e ser um instrumento de Deus na Sociedade.”
• “O ECC é um serviço à família, feito por casais para casais.”
• “Lembremos que o ECC é um serviço à pastoral paroquial e como tal deve estar inserido na vida da paróquia e assumir a problemática da paróquia.”
• O ECC é realizado em nível paroquial e tem orientação Nacional, Regional e Arquidiocesana.”
• “O ECC, com sua participação, está contribuindo para que as famílias se transformem em ‘Igrejas Domésticas’, em formadoras de pessoas, educadoras na fé e promotoras do desenvolvimento, tendo um lugar insubstituível no anúncio e vivência do Evangelho, construindo o Reino de Deus, aqui e agora.”
Fonte: http://www.ecc.conselhonacional.com.br
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sábado, 9 de maio de 2015
Dever do Pai e da Mãe
“O dever compromisso-mútuo dos pais na tarefa formativa dos filhos precisa se integrar numa tarefa educacional solidária”. (Documento 79)
Duas coisas são necessárias: a firmeza e a disciplina do homem e a amabilidade própria da mulher para formar um príncípio educativo único.
O pai não pode descuidar de seus deveres de educador com desculpa de que sua função é só trabalhar para sustentar a casa e a responsabilidade de educar é só da mãe.
A psicologia educacional demonstra que quando o pai se omite na educação dos filhos, muitas falhas acontece como: firmeza no caráter, carências, inseguranças no comportamento surgem na formação dos filhos independente se for menino ou menina.
Qual o papel do pai? Estar disposto a sacrificar-se, mesmo tendo trabalhado o dia inteiro tem uma esposa que, mesmo que não trabalhe fora, trabalhou muito em casa. E quando seu marido voltar, ela trabalhará muito mais.
O lar não é apenas um lugar de descanso. mas fundamentalmente um centro formador, uma escola dos mais altos valores. O pai, é nessa tarefa, um elemento essencial, insubstituível. Os pais precisam colher de Deus diretrizes para a educação dos filhos. Para integrar esse princípio educador único é preciso reafirmar a união íntima e coerente dos pais, ambos em concordância no “sim” ou “não”. não preferir um filho a outro e não discutir diante dos filhos sem a devida reserva.
“Os filhos tem a necessidade de encontrar nos pais essa solidariedade perfeita, essa unidade completa de sentimentos e, sobretudo, a coerência entre palavras e as atitudes de cada um”.
É por isso que os filhos têm o direito a que os pais vivam unidos. Tarefa exigente mas não impossível para àqueles que aspiram o matrimônio de acordo com os desígnios do Pai.
“Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher e os dois serão uma só carne” (Ef.5,31).
Com carinho e orações,
Maria Rosângela.
domingo, 26 de abril de 2015
FEIJOADA DO ECC 2015
O ECC de
Ouro Preto realizou no dia 19 de abril, mais uma tradicional FEIJOADA. Desta
feita e, pela segunda vez, o evento aconteceu na chácara do Colégio N.S. da
Conceição.
Foi grande a
participação da família ececeana e convidados, naquele domingo de sol; maior
ainda foi a animação e a alegria de todos que prestigiaram o evento com suas
honrosas e importantes presenças.
Destacamos
ente outras atrações, principalmente: música ao vivo sob o comando do maestro
Carlos e seus músicos e cantores da melhor qualidade; banho de piscina, que
deixou a criançada encantada e feliz; comidas e bebidas à vontade e a gosto dos
participantes; bingo “dançante” com prêmios valiosos e atrativos; organização e
bom atendimento por parte dos dirigentes do ECC e toda equipe de apoio e
colaboração; além, é claro, da atração principal: sua majestade a FEIJOADA que atendeu a todas as expectativas dos mais
exigentes paladares.
Se você não
pode participar da FEIJOADA DO ECC 2015, e ficou com “água na boca”, prepare-se
para marcar sua presença no próximo evento... Vem aí o FORRÓ DOS NAMORADOS! Que
promete ser melhor ainda, se você também estiver presente, é claro.
Veja a cobertura
fotográfica na galeria do blog do ECC.
terça-feira, 21 de abril de 2015
Qual a vontade de Deus para a família?
Deus nos criou para viver em família. Ele mesmo é uma Família, Três Pessoas distintas em uma única natureza, e quis que de certa forma isso se reproduzisse na Terra, em cada lar. Quando o Catecismo fala da família, começa dizendo que:
“A família cristã é uma comunhão de pessoas, vestígio e imagem da comunhão do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Sua atividade procriadora e educadora é o reflexo da obra criadora do Pai”. CIC, § 2205
Deus quis a família como a base da humanidade; por isso, se a família se destruir, se desviando do caminho de Deus, como tem feito, a sociedade sofrerá muito; como já tem sofrido. Por que tantas crianças e jovens estão sofrendo, muitos criados longe dos pais, carentes do seu amor? Por que muitos estão no mundo da violência, das drogas, nas cadeias? Certamente por falta de uma boa família.
Então, para o cristão, filho ou pai, fazer a vontade de Deus é cuidar da família como algo sagrado, instituído por Deus para nela sermos felizes. O Papa João Paulo II disse que a família é o “Santuário da vida”; isto é, o lugar sagrado onde a vida acontece: é gerada por amor, criada por amor, defendida com amor; protegida dos males do mundo, etc. Numa verdadeira família segundo o coração de Deus, não há lugar para as loucuras do aborto, eutanásia, brigas, divórcios, etc.
São Paulo diz algo muito sério: “Quem se descuida dos seus, e principalmente dos de sua própria família, é um renegado, pior que um infiel” (1Tm 5,8).
É vontade de Deus que cada um de nós defenda os valores sagrados da família. O Papa João Paulo II disse na “Carta às Famílias”, que os inimigos de Deus não podendo destrui-Lo, então, tentam destruir sua obra mais importante, a família.
Os que atentam contra os valores sagrados da família: indissolubilidade do matrimônio, fidelidade conjugal, fertilidade, etc., atentam contra Deus. Os que pregam a defesa dos casamentos de pessoas do mesmo sexo, dos úteros de aluguel, das experiências com embriões, da concepção “in-vitro” (bebê de proveta), da limitação da natalidade por quaisquer meios, estão contra a vontade de Deus.
Vivendo na família de Nazaré, Jesus nos ensinou a importância da submissão e obediência dos filhos aos pais. Ele, mesmo sendo Deus, se fez obediente àqueles que Ele mesmo criou e escolheu para seus pais. Cumpriu em tudo o quarto mandamento que manda “honrar” os pais. Mais do que ninguém obedeceu à Palavra de Deus que diz:
Foi no seio da família que o Menino Jesus foi preparado para a grande missão de Salvador dos homens. A família é a grande escola da vida, é o educandário do amor, da fé, da justiça, da paz e da santidade.
O filho que foi amado e querido por seus pais, até o fim da sua adolescência, jamais será desequilibrado, carente, ou perigoso para a sociedade.
O Catecismo diz que a família “é a sociedade natural onde o homem e a mulher são chamados ao dom de si no amor e no dom da vida. A família é a comunidade na qual, desde a infância, se podem assimilar os valores morais, em que se pode começar a honrar a Deus e a usar corretamente a liberdade. A vida em família é iniciação para a vida em sociedade” CIC, §2207.
“É no seio da família que os pais são para os filhos, pela palavra e pelo exemplo… os primeiros mestres da fé”, ensina a Igreja (LG, 11).
Para os pais, a vida conjugal é uma oportunidade riquíssima de santificação, na medida em que, a todo instante, precisam lutar contra o próprio egoísmo, soberba, orgulho, desejo de dominação, etc., para se tornar, com o outro, aquilo que é o sentido do matrimônio: “uma só carne”, uma só vida, sem divisões, mentiras, fingimentos, tapeações, birras, azedumes, mau-humor, reclamações, lamúrias, etc.
A luta diária e constante para ser “exemplo para os filhos”, para manter a fidelidade ao outro, para “vencer-se a si mesmo”, a fim de se construir um lar maduro e santo, faz com que caminhemos para a na nossa santificação.
Além do mais, o conhecimento profundo do “mistério do outro”, a luta para aceitá-lo e entendê-lo, para ajudá-lo a crescer, a paciência, o perdão dado, as renúncias de cada dia, a atenção com o outro para vencer a frieza e a monotonia, o cuidado do lar, da roupa, da comida, do estudo dos filhos, etc., tudo isso é fazer a vontade de Deus e leva à santidade. Deus assim fez do casamento uma grande escola de santidade. A casa deve ser para o casal e os filhos o que o mosteiro é para o monge.
Prof. Felipe Aquino
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