quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Fazer Algo Diferente


  Desculpe-nos por participar da sua intimidade pessoal cotidiana, através desta     pergunta: O que você costuma fazer, diariamente, no período compreendido entre 7h e 8h da manhã? Qualquer que seja a sua resposta, temos certeza de que se trata de atividades da maior importância para a sua vida no seu dia a dia.
Agora, desejamos formular outra pergunta: Você gostaria de fazer algo diferente?
Diariamente, de segunda à sexta-feira, das 7h às 8h da manhã, o GRUPO CATÓLICO DE ORAÇÃO dedica esse tempo para conversar com Deus em forma de ORAÇÃO, na capela Jesus Mestre em nossa comunidade.
Convidamos você a fim de participar conosco desse momento maravilhoso e, assim, podermos juntos contemplar a LITURGIA DAS HORAS, lermos e refletirmos a PALAVRA DE DEUS e nos fortalecermos com a REZA DO TERÇO.
 Se você quiser e puder juntar-se a nós, certamente a nossa oração tornar-se-á mais forte e mais eficaz. Ainda que você não esteja necessitando de oração, saiba que: Importante mesmo é orar em favor do nosso próximo.
Aguardamos a sua visita com grande expectativa e imensa alegria.

GRUPO CATÓLICO DE ORAÇÃO


CAPELA JESUS MESTRE

terça-feira, 5 de novembro de 2013

O mal que fazem as novelas


Pouco a pouco vão aparecendo os efeitos do mal das novelas em nossas vidas
Certa vez um amigo já falecido, psicólogo, me disse que “as novelas fazem uma pregação sistemática de anti-valores”. Embora isso já faça bastante tempo, eu nunca esqueci esta frase. Meu amigo Franz Victor me disse uma grande verdade.
Enquanto a evangelização procura incutir nas pessoas uma vida de acordo com os valores do Evangelho, a maioria das novelas estraga o povo, incutindo nas pessoas anti-valores cristãos.
As novelas, em sua maioria, exploram as paixões humanas, muito bem espelhadas nos chamados pecados capitais: soberba, ganância, luxúria, gula, ira, inveja e preguiça; e faz delas objeto dos seus enredos, estimulando o erro e o pecado, mas de maneira requintada.
Na maioria delas vemos a exacerbação do sexo; explora-se descaradamente este ponto, desvirtuando o seu sentido e o seu uso. Em muitas cenas podem ser vistos casais não casados vivendo a vida sexual, muitas vezes de maneira explícita, acintosa e provocante; e isto em horário em que as crianças e os jovens estão na sala. Aquilo que um casal casado tem direito de viver na sua intimidade, é colocado a público de maneira despudorada, ferindo os bons costumes e os mandamentos de Deus.
Mas tudo isso é apresentado de uma maneira “inteligente”, com uma requintada técnica de imagens, som, música, e um forte aparato de belas mulheres e rapazes que prendem a atenção do telespectador e os transforma em verdadeiros viciados. Em muitas famílias já não se faz nada na hora da novela, nem mesmo se dá atenção aos que chegam, aos filhos ou aos pais.
Assim, os valores cristãos vão sendo derrubados um a um: a humildade, o desprendimento, a pureza, a continência, a mansidão, a bondade, o perdão, etc. vão sendo jogados por terra, mas de maneira homeopática; aos poucos, lentamente, para não chocar, os valores morais vão sendo suprimidos. Faz-se apologia do sexo a qualquer instante e sem compromisso familiar ou conjugal; aprova-se e estimula-se o homossexualismo como se fosse algo natural e legítimo, quando o Catecismo da Igreja chama a prática homossexual de “depravação grave” (§2357).
O roteiro e enredo dos dramas das novelas são cuidadosamente escolhidos de modo a enfocar os assuntos mais ligados às pessoas e às famílias, mas infelizmente a solução dos problemas é apresentada de maneira nada cristã. O adultério é muitas vezes incentivado de maneira sofisticada e disfarçada, buscando-se quase sempre “justificar” um triângulo amoroso ou uma traição. O telespectador é quase sempre envolvido por uma trama onde um terceiro surge na vida de um homem ou de uma mulher casados que já estão em conflito com seus cônjuges. A cena é formada de modo a que o telespectador seja levado a até desejar que o adultério se consume por causa da “maldade” do cônjuge traído.
E assim, a novela vai envolvendo e “fazendo a cabeça” até mesmo dos cristãos. A consequência disso é que as elas passaram a ser a grande formadora dos valores e da mentalidade da maioria das pessoas, de modo que os comportamentos que antes eram considerados absurdos, agora já não o são, porque as novelas tornaram o pecado palatável. O erro vai se transformando em algo comum e perdendo a sua conotação de pecado.
Por outro lado percebe-se que a novela tira o povo da realidade de sua vida difícil fazendo-o sonhar diante da telinha. Nela ele é levado a realizar o sonho que na vida real jamais terá condições de realizar: grandes viagens aéreas para lugares paradisíacos, casas super-luxuosas com todo requinte de comidas, bebidas, carros, jóias, vestidos, luxo de toda sorte; fazendas belíssimas onde mulheres e rapazes belíssimos se disputam entre si.
E esses modelos de vida recheados de falsos valores são incutidos na cabeça das pessoas. A consequência trágica disso é que a imoralidade campeia na sociedade; a família é destruída pelos divórcios, traições e adultérios; muitos filhos abandonados pelos pais carregando uma carência pode desembocar na tristeza, depressão, bebida e até coisas piores. A banalização do sexo vai produzindo uma geração de mães e pais solteiros que mal assumem os filhos… é a destruição da família.
Por tudo isso, o melhor que se pode fazer é proibir os filhos de acompanharem essas novelas; mas os pais precisam ser inteligentes e saber substituí-las por outras atividades atraentes. Não basta suprimir a novela; é preciso colocar algo melhor em seu lugar. Esta é uma missão urgente dos pais.
Professor Felipe Aquino

domingo, 6 de outubro de 2013

Planejamento Familiar: com que métodos? É questão ética e moral

 

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Casar-se e ter filhos é um sonho de todo homem e mulher normais. Constituída a família, é direito do casal escolher o momento oportuno para procriar, direito que se estende, também, ao número de filhos que desejam ter. Claro que ter ou não filhos supõe motivos sérios, como a maturidade psicológica, necessária para o próprio casamento. Adiar a vinda do primeiro filho para o término dos estudos superiores, quando o casal tiver uma situação financeira razoável para a criação dos filhos, é razão merecedora de respeito por parte da Igreja. Isso é o que se entende por planejamento familiar. Algo bem diferente daquilo que muitos confundem com o controle da natalidade ou a rejeição dos filhos.

Vivemos tempos de intromissão de certos governos, como o da China, onde o Estado, há décadas, determina que os casais tenham um só filho. Como prevalece o desejo do filho homem, multiplicam-se os casos de infanticídio feminino. Um segundo filho é excluído de qualquer proteção do governo quanto à saúde, estudos e outros benefícios. Terrível, mas é o que acontece desde 1949 naquele país, dominado por uma ditadura comunista.

Outra é a situação dos países europeus, onde a média de filhos vem caindo para menos de 1,5% ao ano. França, Alemanha e Itália, preocupados com a diminuição da natalidade, vêm adotando uma política de incentivos e privilégios para os casais que tiverem pelo menos três filhos. Preocupa saber que cresce o número de idosos, dependentes do sistema previdenciário e multiplica-se a mão-de-obra estrangeira. Só na França e na Alemanha são cerca de 10 milhões de muçulmanos, com todos os conflitos culturais que se possa imaginar. Eles rejeitam o controle de natalidade, multiplicando-se rapidamente, além de serem radicais em seus posicionamentos religiosos e políticos.

Se a partir do Concílio Vaticano II o planejamento familiar tornou-se um direito de todo casal, sem interferência do Estado ou mesmo da Igreja, levanta-se hoje o problema dos métodos adotados por casais que não desejam ter filhos além dos que foram gerados. Não é uma questão do livre-arbítrio do casal. É questão ética e moral, da competência dos Pastores da Igreja, aos quais foi confiada por Cristo a tutela dos valores inerentes ao casamento, à vida e outros. Na encíclica "Humanae Vitae" (1968), do Papa Paulo VI, a Igreja firmou a proibição ou iliceidade dos métodos artificiais de contracepção, partindo do ponto de vista ético, da dignidade humana, do direito natural e da revelação divina. Entre esses métodos estão a ligadura das trompas nas mulheres, a vasectomia nos homens, o coito interrompido, o uso de preservativos, o aborto voluntário e outros.

O casal consciente de já ter cumprido o sagrado dever de gerar e criar os filhos que poderiam ter, está livre para adotar a abstinência sexual ou os conhecidos métodos Ogino-Knauss, da "tabelinha", o Sinto-Térmico ou o Método de Ovulação, este último descoberto e proposto pelo casal de cientistas australianos John e Evelin Billings. Prosseguindo no uso do direito que cabe ao casal humano à sua intimidade sexual no que, aliás, cumprem um dever e se santificam, respeitados os dias da fecundidade da mulher e em clima de respeito, os cônjuges terão sempre direito às expressões corporais do próprio amor e ao prazer decorrente desses encontros no leito nupcial.

Com todo respeito, saibam aqueles que se deixaram esterilizar ou prosseguem usando os métodos artificiais que, além dos problemas de consciência que terão e dos efeitos colaterais negativos dos contraceptivos, acabam perdendo parte do mérito correspondente ao cumprimento do próprio direito e dever conjugal. Nesses casos, as responsabilidades de ambos é problema pessoal entre os mesmos e Deus. A Igreja e seus Pastores apontam os caminhos a serem seguidos, não lhes cabendo impor os valores que têm o dever de continuar proclamando. Casais vivendo em tal situação não têm condição de absolvição sacramental e de participação frutuosa na Eucaristia.
Dom Amaury Castanho
artigos@cancaonova.com

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Homenagem a Graças

Irmãos, não queremos que vocês ignorem coisa alguma a respeito dos mortos, para não ficarem tristes como os outros que não têm esperança. Se acreditamos que Jesus morreu e ressuscitou, acreditamos que aqueles que morreram em Jesus serão levados por Deus em sua companhia... Consolem-se, pois, uns aos outros com essas palavras. I Tessalonicenses 4, 13-14, 18. Temos mais uma fiel intercessora na Igreja Celestial. Eis um verdadeiro testemunho de Fé, Serviço e Amor ao próximo. Graças, descanse em Paz.