O Encontro de Casais com Cristo – ECC – um serviço escola da Igreja Católica para ajudar na evangelização das famílias e despertar os casais para integrar as diversas pastorais paroquiais. Desta forma estará contribuindo para que as famílias se constituam em “Igrejas domésticas”, em “Formadoras de Pessoas” e “Educadoras na Fé”, pois o futuro da Humanidade passa pela Família. “CREMOS NA VIDA, CREMOS NA FAMÍLIA”. (Documento Nacional do ECC)
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
domingo, 6 de outubro de 2013
Planejamento Familiar: com que métodos? É questão ética e moral
Casar-se e ter filhos é um sonho de todo homem e mulher normais. Constituída a família, é direito do casal escolher o momento oportuno para procriar, direito que se estende, também, ao número de filhos que desejam ter. Claro que ter ou não filhos supõe motivos sérios, como a maturidade psicológica, necessária para o próprio casamento. Adiar a vinda do primeiro filho para o término dos estudos superiores, quando o casal tiver uma situação financeira razoável para a criação dos filhos, é razão merecedora de respeito por parte da Igreja. Isso é o que se entende por planejamento familiar. Algo bem diferente daquilo que muitos confundem com o controle da natalidade ou a rejeição dos filhos.
Vivemos tempos de intromissão de certos governos, como o da China, onde o Estado, há décadas, determina que os casais tenham um só filho. Como prevalece o desejo do filho homem, multiplicam-se os casos de infanticídio feminino. Um segundo filho é excluído de qualquer proteção do governo quanto à saúde, estudos e outros benefícios. Terrível, mas é o que acontece desde 1949 naquele país, dominado por uma ditadura comunista.
Outra é a situação dos países europeus, onde a média de filhos vem caindo para menos de 1,5% ao ano. França, Alemanha e Itália, preocupados com a diminuição da natalidade, vêm adotando uma política de incentivos e privilégios para os casais que tiverem pelo menos três filhos. Preocupa saber que cresce o número de idosos, dependentes do sistema previdenciário e multiplica-se a mão-de-obra estrangeira. Só na França e na Alemanha são cerca de 10 milhões de muçulmanos, com todos os conflitos culturais que se possa imaginar. Eles rejeitam o controle de natalidade, multiplicando-se rapidamente, além de serem radicais em seus posicionamentos religiosos e políticos.
Se a partir do Concílio Vaticano II o planejamento familiar tornou-se um direito de todo casal, sem interferência do Estado ou mesmo da Igreja, levanta-se hoje o problema dos métodos adotados por casais que não desejam ter filhos além dos que foram gerados. Não é uma questão do livre-arbítrio do casal. É questão ética e moral, da competência dos Pastores da Igreja, aos quais foi confiada por Cristo a tutela dos valores inerentes ao casamento, à vida e outros. Na encíclica "Humanae Vitae" (1968), do Papa Paulo VI, a Igreja firmou a proibição ou iliceidade dos métodos artificiais de contracepção, partindo do ponto de vista ético, da dignidade humana, do direito natural e da revelação divina. Entre esses métodos estão a ligadura das trompas nas mulheres, a vasectomia nos homens, o coito interrompido, o uso de preservativos, o aborto voluntário e outros.
O casal consciente de já ter cumprido o sagrado dever de gerar e criar os filhos que poderiam ter, está livre para adotar a abstinência sexual ou os conhecidos métodos Ogino-Knauss, da "tabelinha", o Sinto-Térmico ou o Método de Ovulação, este último descoberto e proposto pelo casal de cientistas australianos John e Evelin Billings. Prosseguindo no uso do direito que cabe ao casal humano à sua intimidade sexual no que, aliás, cumprem um dever e se santificam, respeitados os dias da fecundidade da mulher e em clima de respeito, os cônjuges terão sempre direito às expressões corporais do próprio amor e ao prazer decorrente desses encontros no leito nupcial.
Com todo respeito, saibam aqueles que se deixaram esterilizar ou prosseguem usando os métodos artificiais que, além dos problemas de consciência que terão e dos efeitos colaterais negativos dos contraceptivos, acabam perdendo parte do mérito correspondente ao cumprimento do próprio direito e dever conjugal. Nesses casos, as responsabilidades de ambos é problema pessoal entre os mesmos e Deus. A Igreja e seus Pastores apontam os caminhos a serem seguidos, não lhes cabendo impor os valores que têm o dever de continuar proclamando. Casais vivendo em tal situação não têm condição de absolvição sacramental e de participação frutuosa na Eucaristia.
Vivemos tempos de intromissão de certos governos, como o da China, onde o Estado, há décadas, determina que os casais tenham um só filho. Como prevalece o desejo do filho homem, multiplicam-se os casos de infanticídio feminino. Um segundo filho é excluído de qualquer proteção do governo quanto à saúde, estudos e outros benefícios. Terrível, mas é o que acontece desde 1949 naquele país, dominado por uma ditadura comunista.
Outra é a situação dos países europeus, onde a média de filhos vem caindo para menos de 1,5% ao ano. França, Alemanha e Itália, preocupados com a diminuição da natalidade, vêm adotando uma política de incentivos e privilégios para os casais que tiverem pelo menos três filhos. Preocupa saber que cresce o número de idosos, dependentes do sistema previdenciário e multiplica-se a mão-de-obra estrangeira. Só na França e na Alemanha são cerca de 10 milhões de muçulmanos, com todos os conflitos culturais que se possa imaginar. Eles rejeitam o controle de natalidade, multiplicando-se rapidamente, além de serem radicais em seus posicionamentos religiosos e políticos.
Se a partir do Concílio Vaticano II o planejamento familiar tornou-se um direito de todo casal, sem interferência do Estado ou mesmo da Igreja, levanta-se hoje o problema dos métodos adotados por casais que não desejam ter filhos além dos que foram gerados. Não é uma questão do livre-arbítrio do casal. É questão ética e moral, da competência dos Pastores da Igreja, aos quais foi confiada por Cristo a tutela dos valores inerentes ao casamento, à vida e outros. Na encíclica "Humanae Vitae" (1968), do Papa Paulo VI, a Igreja firmou a proibição ou iliceidade dos métodos artificiais de contracepção, partindo do ponto de vista ético, da dignidade humana, do direito natural e da revelação divina. Entre esses métodos estão a ligadura das trompas nas mulheres, a vasectomia nos homens, o coito interrompido, o uso de preservativos, o aborto voluntário e outros.
O casal consciente de já ter cumprido o sagrado dever de gerar e criar os filhos que poderiam ter, está livre para adotar a abstinência sexual ou os conhecidos métodos Ogino-Knauss, da "tabelinha", o Sinto-Térmico ou o Método de Ovulação, este último descoberto e proposto pelo casal de cientistas australianos John e Evelin Billings. Prosseguindo no uso do direito que cabe ao casal humano à sua intimidade sexual no que, aliás, cumprem um dever e se santificam, respeitados os dias da fecundidade da mulher e em clima de respeito, os cônjuges terão sempre direito às expressões corporais do próprio amor e ao prazer decorrente desses encontros no leito nupcial.
Com todo respeito, saibam aqueles que se deixaram esterilizar ou prosseguem usando os métodos artificiais que, além dos problemas de consciência que terão e dos efeitos colaterais negativos dos contraceptivos, acabam perdendo parte do mérito correspondente ao cumprimento do próprio direito e dever conjugal. Nesses casos, as responsabilidades de ambos é problema pessoal entre os mesmos e Deus. A Igreja e seus Pastores apontam os caminhos a serem seguidos, não lhes cabendo impor os valores que têm o dever de continuar proclamando. Casais vivendo em tal situação não têm condição de absolvição sacramental e de participação frutuosa na Eucaristia.
Dom Amaury Castanho
artigos@cancaonova.com
artigos@cancaonova.com
sábado, 5 de outubro de 2013
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Homenagem a Graças
Irmãos, não queremos que vocês ignorem coisa alguma a respeito dos mortos, para não ficarem tristes como os outros que não têm esperança. Se acreditamos que Jesus morreu e ressuscitou, acreditamos que aqueles que morreram em Jesus serão levados por Deus em sua companhia... Consolem-se, pois, uns aos outros com essas palavras. I Tessalonicenses 4, 13-14, 18. Temos mais uma fiel intercessora na Igreja Celestial. Eis um verdadeiro testemunho de Fé, Serviço e Amor ao próximo. Graças, descanse em Paz.
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
SETEMBRO, MÊS DA BÍBLIA
Estamos em
setembro, e no Brasil, já é uma tradição que este mês seja lembrado como o “Mês
da Bíblia”. Setembro foi escolhido pelos Bispos do Brasil como o mês da Bíblia,
em razão da festa de São Jerônimo, celebrada no dia 30.
São Jerônimo, que
viveu entre 340 e 420, foi o secretário do papa Dâmaso e por ele encarregado de
revisar a tradução latina da Sagrada Escritura. Essa versão latina feita por
São Jerônimo recebeu o nome de Vulgata, que, em latim, significa popular e o seu
trabalho é referência nas traduções da Bíblia até os nossos dias.
Ao celebrar o mês da Bíblia, a Igreja nos convida a conhecer mais a
fundo a Palavra de Deus, a amá-la, cada vez mais, e a fazer dela, cada dia, uma
leitura meditada e rezada. É essencial ao discípulo missionário o contato com a
Palavra de Deus para ficar solidamente firmado em Cristo e poder testemunhá-lo
no mundo presente, tão necessitado de sua presença. “Desconhecer a
Escritura é desconhecer Jesus Cristo e renunciar a anunciá-lo. Se queremos ser
discípulos e missionários de Jesus Cristo é indispensável o conhecimento
profundo e vivencial da Palavra de Deus. É preciso fundamentar nosso
compromisso missionário e toda a nossa vida cristã na rocha da Palavra de Deus”
(DA 247).
A Bíblia contém tudo
aquilo que Deus quis nos comunicar em relação a nossa salvação. Jesus é o
centro e o coração da Bíblia. Em Jesus se cumprem todas as promessas feitas no
Antigo Testamento para o Povo de Deus.
Ao lê-la, não
devemos nos esquecer que Cristo é o ápice da revelação de Deus. Ele é a Palavra
viva de Deus. Todas as palavras da Sagrada Escritura tem seu sentido definitivo
Nele, porque é no mistério de sua morte e ressurreição que o plano de Deus para
a nossa salvação se cumpre plenamente.
Fonte: site da
Arquidiocese de Aparecida
Pastoral e o seu significado
Pastoral é toda a ação da Igreja, fundamentada
na ação de Jesus, com vista à implantação do Reino de Deus. A palavra pastoral
tem sua raiz em outra palavra que nos é muito familiar: pastor.
A pastoral exercida pela igreja tem como finalidade
concretizar a mensagem da Boa Nova, seja nas estruturas sociais, seja no
testemunho diário e constante, pelo qual somos chamados a ser: “Sal e Luz
do mundo”.
A pastoral consiste em atualizar para o nosso tempo as
atitudes de Jesus como bom pastor. A boa organização pastoral é fundamental
para a vivência comunitária, o aprofundamento e a perseverança na fé. Os
organismos vivos da organização Pastoral devem ser voltados para as exigências
da Ação Evangelizadora: serviço, diálogo, anúncio e testemunho.
Conheça algumas pastorais
Crisma
Nascidos para a vida da graça pelo Batismo, é pelo Sacramento da
Crisma que recebemos a maturidade da vida espiritual. Ou seja, somos
fortalecidos pelo Divino Espírito Santo, que nos torna capazes de defender a
nossa Fé, de vencer as tentações, de procurarmos a santidade com todas as
forças da alma. Pelo Batismo nós nascemos, pela Crisma nós crescemos na vida da
graça.
Catequese
Sendo o anúncio de Jesus Cristo um momento da evangelização, a catequese é
um modo, dando-lhe continuidade. Sua finalidade é aprofundar e amadurecer a fé,
educando o convertido para que se incorpore à comunidade cristã. A catequese
sempre supõe a evangelização. Por sua vez à catequese segue-se o terceiro momento: a ação pastoral para os fiéis já iniciados à fé, no
seio da comunidade cristã através da formação continuada. Catequese
e ação pastoral se impregnam do ardor missionário, visando à adesão mais plena
a Jesus Cristo.
Criança
O próprio Jesus Cristo assim falou: “deixai vir a mim as
criancinhas”. Daí a importância essa pastoral que além da cuidar das crianças
da nossa comunidade paroquial, assistem também suas respectivas mães,
orientando-as e oferecendo-lhes informações básicas para bem cuidar da saúde e
da educação dos filhos.
Batismo
O Batismo é o nascimento. Como a criança que nasce depende dos
pais para viver, também nós dependemos da vida que Deus nos oferece. No
Batismo, a Igreja reunida celebra essa experiência de sermos dependentes,
filhos de Deus. Pelo Batismo, participamos da vida de Cristo. Jesus Cristo é o
grande sinal de que Deus cuida de nós.
Dízimo
Dízimo
Dízimo é o ato de gratidão a Deus, do qual recebemos tudo o que
temos. É devolução a Ele de um pouco do que dele recebemos, por meio da Igreja,
para que seu Reino aconteça entre nós. É manifestação de nosso amor a Deus e
aos irmãos. É partilha dos bens que estão a nosso dispor, especialmente com os
mais necessitados.
Apostolado da Oração
O Apostolado da Oração é a união de pessoas que procuram
consagrar suas vidas a Deus pela oração e pelo testemunho. É um serviço à
igreja. A principal devoção é o culto ao Sagrado Coração de Jesus. Os membros
do Apostolado encontram na oração e na vida sacramental, a força e a vitalidade.
O Apostolado da Oração é uma associação de âmbito universal da Igreja Católica.
A espiritualidade do Apostolado se baseia no oferecimento do dia, na vivência
da Eucaristia, na devoção especial a Nossa Senhora, rezando diariamente o
terço, e na invocação do Divino Espírito Santo, fonte de paz e de sabedoria
eterna.
Noivos (matrimônio)
A Pastoral dos Noivos, ou do matrimônio, possui como função
principal o fornecimento de subsídio aos noivos para a iniciação matrimonial,
levando-os ao conhecimento do verdadeiro significado do Sacramento Matrimonial,
bem como, a valorização da vivência familiar dentro da comunidade.
Outro aspecto importante é o apontamento da importância da presença de Deus, nesse novo lar que se forma com o matrimônio.
Outro aspecto importante é o apontamento da importância da presença de Deus, nesse novo lar que se forma com o matrimônio.
Vicentinos
As famílias além de alimentos recebem visitas
semanais dos Vicentinos que evangelizam, orientam, dão apoio em suas
necessidades com medicamentos, gás, pequenas reformas em suas casas, roupas,
cobertores e outras formas assistências
Pastoral Familiar
É um serviço que se realiza na Igreja e
com a Igreja, de forma organizada e planejada através de agentes da pastoral,
com metodologia própria, tendo como objetivo apoiar a família a partir da
realidade em que se encontra, para que possa existir e viver dignamente,
estabelecer relacionamentos e formar as novas gerações conforme o plano de
Deus.
Abrange todas as famílias,
independentemente de sua situação familiar, com o propósito de promover a
inclusão e resgatar os valores e a dignidade de cada pessoa.
Convocamos
os nossos irmãos e irmãs ececeanos, que ainda não estão engajados no serviço
pastoral das nossas comunidades paróquias (São Lucas e Nossa Senhora da
Conceição), a assumirem, o mais breve possível, esse sublime compromisso que é
de todos nós que nos propomos a seguir Jesus Cristo, atendendo assim o seu
chamado para que nos coloquemos definitivamente a serviço do Reino de
Deus.
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