sábado, 30 de junho de 2012

Pai de família: provedor ou algo mais?


Escrito por Mónica Bulnes de Lara


O dicionário (Pequeno Larousse Ilustrado, 1998) define “Pai” como “homem ou macho que engendrou um ou mais filhos”. No entanto, quem tem filhos sabe que esta definição é insuficiente. Definitivamente, qualquer varão pode ser “pai”, no entanto, não qualquer um pode ser “pai de família”.


Um anúncio da National Fatherhood Initiative publicado no jornal USA Today do dia 19 de junho de 1996, menciona algumas das características que descrevem “Pai de Família”. Incluía:

• Ler para seus filhos
• Caminhar juntos
• Escutar seus filhos
• Dar um bom exemplo
• Expressar-lhes seu carinho
• Ajudá-los com os deveres de casa
• Ter bons modos
• Manter suas promessas
• Poupar para a educação dos filhos
• Levá-los à Igreja
• Resolver conflitos rapidamente
• Deixar que eles o acompanhem ao trabalho
• Conhecer os amigos de seus filhos
• Conviver com cada um dos filhos
• Conversar com os filhos sobre sua infância
• Estabelecer limites claros e consistentes
• Ir ao zoológico, aos museus, aos jogos com a família
• Considerar como suas decisões afetam a vida de seus filhos
• Deixar que eles o ajudem em projetos da casa, etc.

É evidente que a parte procriadora é a mais simples (e atualmente uma das mais populares), mas fazer bem o trabalho de pai de família é uma tarefa muito mais complicada, muito mais profunda e muito mais transcendente.

Com certeza, manter um nível de vida que proporcione o indispensável aos filhos para viver dignamente implica um esforço importante, sobretudo no que se refere a tempo familiar. Também faz parte da formação fundamental de um filho a educação para o trabalho, sendo o pai quem – na maioria dos casos – dá o exemplo neste aspecto, mas também é verdade que ultimamente se considera esta função como a principal – e às vezes praticamente única – de um pai.

Embora com mudanças importantes desde os anos 50, de modo geral, a cultura social tem promovido pouco o sentido de responsabilidade masculina a respeito de aspectos como o tempo dedicado aos filhos, o envolvimento emocional e o comprometimento com eles. O principal papel que tem sido dado aos pais atualmente é o de provedor econômico. Tanto homens como mulheres consideram que a função principal do pai é a de que não falte nada em casa; inclusive se espera que, através de um grande esforço e horas de trabalho prolongadas, as condições de vida melhorem constantemente mas o custo familiar de um baixo envolvimento paterno na educação dos filhos é muito elevado.

Apesar de que tendências feministas atuais menosprezem o papel da participação ativa do pai na família, tem-se comprovado que os filhos do sexo masculino aprendem melhor dos pais sobre temas como responsabilidade masculina, realizações, afirmação e independência. É muito difícil que uma mãe consiga ter a autoridade e a disciplina de um pai para educar os filhos homens, particularmente os adolescentes.

Quando uma filha tem um bom relacionamento com seu pai, vive uma feminilidade mais sadia, sente-se capaz de ser amada e aprende a confiar. As filhas que podem confiar nos homens, geralmente se casam com homens confiáveis.

Os pais dão importância às habilidades de competitividade, desafio, iniciativa, tomada de riscos e independência. Em contraste, as mães enfatizam a integração social, as relações interpessoais e o bem-estar da pessoa. Os pais se preocupam mais com o desenvolvimento a longo prazo dos filhos, enquanto que as mães cuidam muito a situação imediata deles. Os pais estabelecem limites, promovem a justiça e o dever (baseado em regras). As mães promovem a empatia, o cuidado e a ajuda (baseados nas relações)

Os pais ajudam os filhos a entender a diferença entre os papéis sexuais. As crianças que crescem em famílias nas quais os papéis dos pais são diferenciados aprendem a ter um uso sadio do poder do pai e do amor da mãe. Este tipo de formação produz, predominantemente, crianças emocionalmente equilibradas. Isto não significa, como muitas vezes se interpreta, que os papéis devem ser os estereótipos tradicionais do pai autoritário e ausente e da mãe submissa e frágil. Atualmente, inclusive em casais de profissionais, as funções familiares são claras e distintas, complementando-se para conseguir o melhor funcionamento do lar.

O envolvimento dos pais desempenha uma função única e insubstituível para o desenvolvimento intelectual, emocional e social dos filhos que, assim, adquirem melhores habilidades verbais, maior habilidade na solução de problemas, maiores vitórias acadêmicas e melhor desempenho em matemática e leitura. O efeito com maior impacto, principalmente nos filhos homens, é o incremento na empatia e compaixão. Os homens que apresentam condutas anti-sociais e criminosas quase nunca tiveram uma boa relação com seus pais.

Contudo, a maior responsabilidade dos pais é dar um exemplo do verdadeiro significado da família. Um filho aprende como deve se comportar como futuro esposo, observando o relacionamento entre os pais. Uma filha aprende como deve ser tratada por seu marido, observando esta mesma relação. O exemplo dado pelos pais durante toda a vida é o modelo que os filhos seguirão quando formarem seu próprio lar.

Por causa desta importância, sejamos homens ou mulheres devemos ressaltar o papel fundamental que o pai desempenha na dinâmica familiar. Desde o momento em que um homem escuta o primeiro pranto de seu filho, sua vida muda completamente e permanentemente. Já não se trata somente do “eu” individual mas as metas, os sonhos, os projetos, etc, estão subordinados à vida de outra pessoa que o homem colaborou para criar. A partir desse instante, sou responsável pela educação de meus filhos para que sejam pessoas felizes, dignas e íntegras.

O melhor presente que os pais podem dar a seus filhos não é uma mansão em um impressionante bairro, ou uma grande conta bancária que garanta seu futuro, mas somente passar mais tempo com eles. Não é possível construir uma relação com seus filhos se você não conviver com eles. Todavia, como chegar a este alvo e ao mesmo tempo ser responsável pelas realidades financeiras da vida? Não é fácil. É preciso sacrificar uma parte do tempo dedicado à vida empresarial, com certeza. Seria ingênuo pensar que é possível fazê-lo de outra maneira, mas o resultado sempre é mais positivo e satisfatório do que qualquer sucesso profissional.

Fonte: Almas - http://www.almas.com.mx/

Governo se prepara para implantar o aborto no Brasil



O que é possível fazer para conscientizar as pessoas do perigo que está rondando o país?

Divulgue para todos de sua lista e-mail esse vídeo explicativo. Toda a sua rede de amigos deve ser mobilizada em favor desse movimento contra a implantação do aborto no Brasil. Contatando a sua lista de endereços, indicando esse vídeo no site padrepauloricardo.org todos encontrarão um extenso material comprovando o que aqui foi dito e que deverá ser estudado para que se ter subsídios, argumentos para informar e discutir.

Se você é cristão entre em contato com seu Bispo, com seu Pastor, com seu líder religioso. Estamos juntos nesta batalha contra o aborto. Faça o download do documento com todo o histórico dos fatos, imprima e informe os superiores do que está acontecendo e peça um posicionamento.

Entre em contato com o Congresso Nacional, escreva para o seu Deputado, nos endereços abaixo mencionados fazendo duas solicitações:

Que detenha o Executivo na implantação das normas técnicas que vão contra a legislação em vigor;

Que se posicione contra o ativismo judicial e o informe de que você (eleitor) apóia os Recursos nº 147/2012 e 148/2012 que visam deter justamente o ativismo judicial;

Entre em contato com a Casa Civil e o Ministério da Saúde, mostrando o seu descontentamento para com o Executivo, explicando que sabe o que está acontecendo e que quer que sejam tomadas as seguintes providências, de forma urgente:

Que seja demitida imediatamente a Ministra da Saúde, sra. Eleonora Menicucci, defensora confessa do aborto;

Que seja demitido imediatamente o Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, o Sr. Helvécio Magalhães;

Que o Governo cancele imediatamente os convênios que o Ministério da Saúde tem com os grupos de estudos para a implantação do aborto no Brasil.

Que Deus nos abençoe a todos nesta luta contra a praga do aborto que insiste em assolar o nosso país, nossas famílias, nossa legislação e os poderes que compõe a soberania dessa Nação. Vamos à luta!

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Louvor


Tentação - Clip Oficial - Ir Kelly Patricia - Busca de Deus

FORMAÇÕES



Imagem de Destaque

Harmonia Conjugal

Casamento, uma escola de amor


O casamento, e a família de modo especial, é uma escola de amor, porque a convivência diária obriga a acolher os outros com respeito, diálogo, compreensão, tolerância e paciência. Esse exercício forte de vivência das virtudes faz cada um crescer como pessoa humana. Na família, Deus nos ensina a amar e nos dá a oportunidade de sermos amados.
A harmonia conjugal é atingida quando o casal, na vivência do amor, ‘supera-se a si mesmo’ e harmoniza as suas qualidades numa união sólida e profunda. Quando isso ocorre cada um passa a ser enriquecido pelas qualidades do outro. Há, então, como que uma transfusão de dons entre ambos. Mas, para isso, é preciso que o casal chegue à unidade, superando as falsidades, infantilidades, mentiras e infidelidades. Para chegar a esse ponto é necessário olhar para o outro com muita seriedade, respeito e atenção.
Ninguém é obrigado a se casar e a constituir uma família, mas se tomamos esta decisão, então devemos ‘casar pra valer’, com toda responsabilidade. Aquela pessoa com quem decidimos nos casar é a ‘escolhida’ entre todos os homens ou mulheres que conhecemos; e, portanto, como o(a) eleito(a), devemos ter-lhe em alta estima, como a pessoa ‘especial’ na nossa vida, merecedora, portanto, de toda atenção e respeito.
É lamentável que entre muitos casais, com o passar do tempo, e com a rotina do dia-a-dia, a atenção com o outro, e, pior ainda, o respeito, vão acabando. Não tem lógica, por exemplo, que um ofenda o outro com palavras pesadas, o que provoca ressentimentos; não tem cabimento que o marido fique falando mal da esposa para os outros, criticando-a para terceiros. Isso também é infidelidade. Pois esta não acontece somente no campo sexual.
Por outro lado, é preciso cuidar para que a atenção e o carinho para com o outro não diminuam. É importante manter acesa a chama do desejo de agradar o outro. São nos detalhes que muitas vezes isso se manifesta: Qual é a roupa que ela gosta que eu vista? Qual é o corte de cabelo que ele gosta? Qual é a moda que ele gosta? Qual é a comida de que ele gosta? Quais são os móveis que ela gosta? Qual é o carro que ela prefere? Qual é o lazer que ele gosta? Enfim, a preocupação em alegrar o outro – sem cair no exagero, é claro – é o que mantém a comunhão de vidas.

Ouça comentários de André e Cris Bittencourt sobre o tema



Isso não quer dizer que o amor conjugal deva ser um ‘egoísmo a dois’. Como dizia Exupéry: “Amar não é olhar um para o outro, mas é olhar ambos na mesma direção”. Isto é, o casal não pode parar em si mesmo, ele tem grandes tarefas pela frente: os filhos, a ajuda aos outros, a vida na Igreja, entre outros. Importa olhar na mesma direção e caminhar juntos.
Para que a harmonia aconteça é preciso conhecer o outro. Cada um de nós é um mistério insondável, único e irrepetível. Somos indivíduos. Não haverá dois iguais a você na face da terra e na história dos homens, mesmo que se chegue ao absurdo da clonagem do ser humano. Cada um de nós é insubstituível, e isso mostra o quanto somos importantes para Deus.
Quando nos casamos, recebemos o outro das mãos de Deus e da família, como um presente ímpar, singular, sem igual, e que deve, portanto, ser cuidado com o máximo cuidado, para sempre.
É fundamental para a vida do casal que cada um conheça a história do outro: a sua vida, o seu passado, a realidade familiar de onde veio, entre outros, para poder compreendê-lo, ajudá-lo, amá-lo e perdoá-lo. Ninguém ama a quem não conhece. Quando o casal não se conhece bem, acaba cometendo dois erros: antes do casamento parece que o outro não tem defeitos; e depois do casamento parece que tem todos.
Ao conhecermos a profundidade desse ‘mistério’ que é o outro, teremos, então, condições reais de aceitá-lo como ele é, e, a partir daí, ajudá-lo a se superar.
Do livro “FAMÍLIA, SANTUÁRIO DA VIDA”
Prof. Felipe Aquino
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Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino @pfelipeaquino, é casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Pergunte e Responderemos". Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor: www.cleofas.com.br

domingo, 24 de junho de 2012

TUA PALAVRA É ASSIM Padre Zezinho


É como a chuva que lava, 
É como o fogo que arrasa,
Tua palavra é assim:
Não passa por mim, sem deixar um sinal (2x)

Tenho medo de não responder 
De fingir que eu não escutei
Tenho medo de ouvir teu chamado,
Virar pro outro lado e fingir que eu não sei.

Tenho medo de não perceber 
De não ver teu amor passar
Tenho medo de estar distraído, magoado e ferido
E então me fechar.

Tenho medo de estar a gritar 
E negar-te o meu coração
Tenho medo do Cristo que passa, oferece uma graça
E eu lhe digo que não.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

FORMAÇÕES



Felicidade do casal

A felicidade nasce das coisas pequenas...


Uma equipe de psicólogos e especialistas americanos, que trabalhava em terapia conjugal, elaborou os “Dez mandamentos do Casal”
Gostaria de analisá-los aqui, já que trazem muita sabedoria para a vida e felicidade dos casais. É mais fácil aprender com os erros dos outros do que com os próprios.
1- Nunca se irritar ao mesmo tempo
A todo custo, evitar a explosão. Quanto mais a situação é complicada, mas a calma é necessária. Então, será preciso que um dos dois acione o mecanismo que assegure a calma de ambos diante da situação conflitante. É preciso nos convencermos de que na explosão nada será feito de bom.
2- Nunca gritar um com o outro. A não ser que a casa esteja pegando fogo
Quem tem bons argumentos não precisa gritar. Quanto mais alguém grita, menos é ouvido. Alguém me disse certa vez que, se gritar resolvesse alguma coisa, porco nenhum morreria... gritar é próprio daquele que é fraco moralmente e precisa impor, pelos gritos, aquilo que não consegue pelos argumentos e pela razão.
3- Se alguém deve ganhar na discussão, deixar que seja o outro
Perder uma discussão pode ser um ato de inteligência e de amor. Dialogar jamais será discutir, pela simples razão de que a discussão pressupõe um vencedor e um derrotado, e no diálogo não. Portanto, se por descuido nosso, o diálogo se transformar em discussão, permita que o outro “vença”, para que mais rapidamente ela termine.
4- Se for inevitável chamar a atenção, fazê-lo com amor
A outra parte tem de entender que a crítica tem o objetivo de somar e não de dividir. Só tem sentido a crítica que for construtiva, e essa é amorosa, sem acusações e condenações. Antes de apontarmos um defeito, é sempre aconselhável apresentar duas qualidades do outro. Isso funciona como um anestésico para que se possa fazer o curativo sem dor. E reze pelo outro antes de abordá-lo em um problema difícil. Peça ao Senhor e a Nossa Senhora que preparem o coração dele para receber bem o que você precisa dizer-lhe. Deus é o primeiro interessado na harmonia do casal.
5- Nunca jogar no rosto do outro os erros do passado
A pessoa é sempre maior que seus erros e, ninguém gosta de ser caracterizado por seus defeitos. Toda vez que acusamos a pessoa por seus erros passados, estamos trazendo-os de volta e dificultando que ela se livre deles. Certamente não é isto que queremos para a pessoa amada. É preciso todo o cuidado para que isto não ocorra nos momentos de discussão. Nestas horas o melhor é manter a boca fechada. Aquele que estiver mais calmo, que for mais controlado, deve ficar quieto e deixar o outro falar até que se acalme. Não revidar em palavras, senão a discussão aumenta e tudo de mau pode acontecer, em termos de ressentimentos, mágoas e dolorosas feridas.
6- A displicência com qualquer pessoa é tolerável, menos com o cônjuge
Na vida a dois tudo pode e deve ser importante, pois a felicidade nasce das pequenas coisas. A falta de atenção para com o cônjuge é triste na vida do casal e demonstra desprezo para com o outro. Seja atento ao que ele diz, aos seus problemas e aspirações.
7- Nunca ir dormir sem ter chegado a um acordo
Se isso não acontecer, no dia seguinte o problema poderá ser bem maior. Não se pode deixar acumular problema sobre problema sem solução.
Já pensou se você usasse a mesma leiteira que já usou no dia anterior, para ferver o leite, sem antes lavá-la? O leite certamente azedaria. O mesmo acontece quando acordamos sem resolver os conflitos de ontem.
Os problemas da vida conjugal são normais e exigem de nós atenção e coragem para enfrentá-los, até que sejam solucionados, com o nosso trabalho e com a graça de Deus. A atitude da avestruz, da fuga, é a pior que existe. Com paz e perseverança busquemos a solução.
8- Pelo menos uma vez ao dia, dizer ao outro uma palavra carinhosa
Muitos têm reservas enormes de ternura, mas esquecem de expressá-las em voz alta. Não basta amar o outro, é preciso dizer isto também com palavras. Especialmente para as mulheres, isto tem um efeito quase mágico. É um tônico que muda completamente o seu estado de ânimo, humor e bem estar. Muitos homens têm dificuldades neste ponto, alguns por problemas de educação, mas a maioria porque ainda não se deu conta da sua importância.
Como são importantes essas expressões de carinho que fazem o outro crescer: “eu amo você”; “você é importante pra mim”; “sem você eu não teria conseguido vencer este problema”; “a sua presença é importante para mim”; “suas palavras me ajudam a viver”... Diga isto ao outro com toda sinceridade, toda vez que experimentar o auxílio edificante dele.
9- Cometendo um erro, saber admiti-lo e pedir desculpas
Admitir um erro não é humilhação. A pessoa que admite o seu erro demonstra ser honesta, consigo mesma e com o outro. Quando erramos não temos duas alternativas honestas, apenas uma: reconhecer o erro, pedir perdão e procurar remediar o que fizemos de errado, com o propósito de não repeti-lo. Isto é ser humilde. Agindo assim, mesmo os nossos erros e quedas serão alavancas para o nosso amadurecimento e crescimento. Quando temos a coragem de pedir perdão, vencendo o nosso orgulho, eliminamos quase de vez o motivo do conflito no relacionamento e, a paz retorna aos corações. É nobre pedir perdão!
10- Quando um não quer, dois não brigam
É a sabedoria popular que ensina isto. Será preciso então, que alguém tome a iniciativa de quebrar o ciclo pernicioso que leva à briga. Tomar esta iniciativa será sempre um gesto de grandeza, maturidade e amor. E a melhor maneira será “não pôr lenha na fogueira”, isto é, não alimentar a discussão. Muitas vezes, é pelo silêncio de um que a calma retorna ao coração do outro. Outras vezes será por um abraço carinhoso, ou uma palavra amiga.
“O amor verdadeiro é dom recíproco que dois seres felizes fazem livremente de si próprios, de tudo o que são e têm. Isto pareceu a Deus algo de tão grande que Ele o tornou sacramento” (Paul Claudel)
Do livro: “Família, santuário da vida”
Foto
Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino @pfelipeaquino, é casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Pergunte e Responderemos". Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor: www.cleofas.com.br